terça-feira, 29 de maio de 2012

O que trava a vinda da BMW para Santa Catarina


Araquari, no Norte do Estado tem concorrente de peso, Campinas



Montadora alemã investiria R$ 867 milhões em fábrica no Brasil Foto: Hermínio Nunes / Agencia RBS
O presidente da BMW no Brasil, Jörg Henning Dornbusch, estará nesta terça-feira em Jaraguá do Sul, mas a sonhada notícia de que a montadora vai instalar uma fábrica no Estado por enquanto não virá.

A decisão só deve ocorrer na segunda quinzena de junho e a candidata catarinense, Araquari, tem novo concorrente. A prefeitura de Campinas (SP) confirmou que está em negociações com a empresa alemã.

Mas em Santa Catarina existe quem dê a questão como quase resolvida e com resultado favorável ao Estado. Uma fonte do governo estadual que tem acesso às negociações diz que a BMW está praticamente fechada com Araquari.

A única pendência seria um ajuste no regime automotivo, conjunto de regras criado pelos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento para instalação de fábricas de veículos no país.

A alteração já teria recebido aval do governo federal e deve ser efetivada na próxima quinzena. Consta ainda que a avaliação do caso está com a sede da empresa em Munique e os diretores exigem o sigilo total do conteúdo das conversas, conforme estipulado por um contrato de confidencialidade.

Esta cláusula explica porque as autoridades catarinenses envolvidas alegam que não podem dar detalhes sob pena de comprometer as negociações.Procurado, o Ministério do Desenvolvimento informou que não trata de pedidos específicos de ajustes no regime automotivo.

Mas confirmou que houve várias solicitações de mudanças por parte das montadoras que não têm fábricas no Brasil. Acrescentou que foram realizadas reuniões com o ministro Fernando Pimentel. A alteração no regime automotivo é crucial para a BMW porque o governo federal aumentou em 30 pontos percentuais o IPI para montadoras que não tenham instalações no país.

Mas para aquelas que pretendem vir para o Brasil, foi criado um sistema de pontos e quanto mais regras seguidas, menos imposto será pago. O primeiro critério é o índice de peças nacionais e o segundo é a tecnologia usada. A intenção dos alemães seria aumentar o peso do último item.

De acordo com a fonte do governo estadual, as conversas com SC estão quase concluídas, mas alguns ajustes são necessários. A lista foi entregue na semana passada ao secretário do Desenvolvimento, Paulo Bornhausen. Ele confirmou que são considerações simples e preferiu não revelar o conteúdo por causa da cláusula de confidencialidade.

O investimento programado para a fábrica da BMW no Brasil é de R$ 867 milhões, estima o mercado. Seriam produzidos modelos de entrada da marca que está entre as mais conceituadas do mundo.

Até o final do primeiro trimestre, o mercado trabalhava com dois possíveis destinos_ Araquari e Tatuí (SP). Mas agora a candidata paulista é Campinas. Mas nem o governo paulista e nem a administração municipal dão informações para não prejudicar as chances da cidade.
Diário Catarinense

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Prefeituras do Norte de SC lutam para evitar estragos causados pela ressaca do mar

28/05/2012 | 08h15min

Cidades tentam impedir o desaparecimento da faixa de areia a cada ressaca

 
Praia de Piçarras é uma das que perdem cada vez mais a faixa de areia - Diorgenes Pandini / Agência RBS

Em vez de faixas de areia, muitas pedras, buracos e entulho. É nisso que se transformaram algumas das praias do Norte do Estado após as últimas ressacas do mar. Aliás, Netuno, o rei dos mares na mitologia romana, tem dado trabalho para as Prefeituras de São Francisco do Sul, Itapoá, Balneário Barra do Sul, Barra Velha e Balneário Piçarras.

As praias sofrem com a chamada erosão costeira – a faixa de areia está sumindo por causa de grandes ressacas ou mesmo pelo avanço do mar. A diferença das praias em comparação com duas ou três décadas atrás é gritante.

A faixa de areia era mais larga – entre 50 e 100 metros. Prefeituras investiram valores astronômicos com a elaboração de projetos, dragagens e construção de molhes para tentar evitar a erosão. E mesmo com as obras, parece que os problemas voltam a cada nova ressaca.

Estudos detalhados foram solicitados pelas prefeituras da região para identificar a razão destes processos erosivos. Em 2006, por exemplo, um livro publicado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) chamado “Erosão e Progradação do Litoral Brasileiro”, reuniu pesquisas de universidades que analisaram o litoral de 17 Estados do País.

O Litoral Norte de Santa Catarina foi avaliado por especialistas da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), que observaram que nas últimas três décadas, a região passou por um “acelerado processo de desenvolvimento urbano” e que a maioria destes municípios não apresentava “políticas de planejamento regional e urbano”.

Ocupações perto do mar

Segundo o oceanógrafo e professor da Univali Rafael Sangoi, um exemplo comum em Santa Catarina é a ocupação da faixa de areia muito perto do mar. São casas, ruas, calçadões e até condomínios residenciais, construídos na areia e que são fortemente atingidos pelas ressacas.

— Durante estes eventos extremos, muita areia é remobilizada pela ação das ondas, e parte desta areia é transportada pelas correntes de deriva litorânea ao longo da costa, causando um déficit no médio e longo prazo —, explicou.

Para o oceanógrafo vale lembrar que a zona costeira é dinâmica e que praias, dunas e estuários (a parte final de um rio, no encontro com o mar) podem modificar e até desaparecer com os anos.

— Isso ocorre devido à ação de ondas, correntes e ventos costeiros. Isto faz parte do ciclo natural. O problema surge quando há ocupação humana da zona costeira, quase sempre de forma desordenada, não respeitando os limites físicos de preservação destes ambientes —, avaliou.

A Praia do Ervino, em São Chico, é um exemplo. A área de preservação permanente foi pouco explorada e quase não há construções sobre ela.

— A onda que chega em Itajaí é a mesma que chega em São Francisco. Só que a Praia Grande e o Ervino têm dunas e restinga preservadas —, diz o oceanógrafo e professor da Univali João Thadeu de Menezes.

Como não é possível sair tirando casas, calçadas e avenidas do lugar de uma hora para a outra, cabe às Prefeituras travar uma verdadeira queda de braço com Netuno.

A Notícia

http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&section=Geral&newsID=a3772137.xml 

Chuva causa deslizamentos e alagamentos em Santa Catarina

26/05/2012 10h58 - Atualizado em 26/05/2012 10h58

Moradores tiveram que usar barcos para se deslocar em Blumenau.
Florianópolis, litoral norte e Vale do Itajaí foram as regiões mais afetadas.

Os temporais que atingiram Santa Catarina  nas últimas 32 horas causaram alagamentos e deslizamentos em diversas cidades. De acordo com a Defesa Civil do estado, Itajaí, Palhoça, Blumenau, Porto Belo, Barra Velha e Jaraguá do Sul tiveram ocorrências por causa do grande volume de chuva. As regiões mais afetadas pelo temporal foram a Grande Florianópolis, o litoral norte e o Vale do Itajaí.
De acordo com a Defesa Civil do estado, bairros ficaram alagados e uma casa foi interditada em Itajaí. Em Blumenau foram registrados quatro deslizamentos em vias públicas e dois alagamentos. Os moradores tiveram que usar barcos para se deslocar.
No município de Barra Velha, sete pessoas ficaram desalojadas. Em Jaraguá do Sul foram quatro deslizamentos, uma queda de muro, uma queda de árvore e um destelhamento.
Em Porto Belo, 140 famílias foram afetadas por alagamentos. Em Palhoça, um prédio  foi interditado por causa da queda de um muro. Na cidade de Joinville, a chuva provocou deslizamentos e interditou uma rodovia.
Segundo a Defesa Civil do estado, o volume de chuva na Grande Florianópolis foi de 97,5 milímetros. Itajaí registrou o maior índice com 104,4 milímetros, em seguida estão Indaial com 95,6 milímetros, Alto Vale do Itajaí com 95 milímetros, Jaraguá do Sul com 83,5 milímetros, Guaramirim com 83 milímetros, São José com 62,8 milímetros e Ituporanga com 59,8 milímetros.
De acordo com a meteorologia, o tempo deve melhorar neste sábado (26).

G1 Brasil
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/05/chuva-causa-deslizamentos-e-alagamentos-em-santa-catarina.html 

 

 

Homem é preso com arma de uso restrito do exército em Jaraguá do Sul

27/05/2012 | 16h23min

A denúncia do porte da arma foi feita pela esposa dele, que temia reação violenta do marido

Um homem de 24 anos foi preso na noite deste sábado, dentro de casa, no bairro Santo Antônio, em Jaraguá do Sul, pelo porte ilegal de uma arma italiana, com calibre de uso restrito do exército.

O rapaz foi detido depois de ser denunciado pela própria mulher, de 18 anos, que vive com ele. A jovem tinha medo que, em alguma briga, o marido usasse a arma contra ela ou a filha do casal.

A arma de 9 milímetros, mais perigosa que as comuns por causa da velocidade do projétil, foi encontrada pela Polícia Civil dentro de um armário da casa.

Segundo informações da polícia, armas de 9 milímetros tem aparecido com frequência na região. Por este motivo, cada caso é investigado cuidadosamente, com a intenção de descobrir a origem da compra clandestina. 

A NOTÍCIA

 

 

Vítima de assalto, taxista de Araquari é encontrado em Guaramirim

Policiais militares que patrulhavam a localidade de Poço Grande em Guaramirim, localizaram um homem de 36 anos de idade que caminhava pela Estrada Poço Grande, por volta das 6h, deste domingo (27).
O homem relatou ser taxista no município de Araquari e, durante a noite de sábado foi assaltado enquanto transportava dois casais, do centro até um bairro daquele município. Os dois homens que portavam um revólver e uma pistola, anunciaram o assalto e roubaram cerca de R$ 300 reais, o celular e o táxi da vítima, um automóvel VW Voyage.
Depois de ter rodado com os acusados durante a madrugada, o taxista foi libertado. Os policiais o levaram à delegacia de Polícia de Guaramirim para o registro da ocorrência. A informação foi repassada para a Polícia Militar dos municípios da região, mas até o momento nenhum suspeito foi detido.

Texto e Publicação :: Soldado PM Jean Rudolf
Seção de Comunicação Social 14º BPM

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Carretas novas são levadas de pátio de posto

Data: 25/05/2012 10:44


Duas carretas novas, sem placas, foram furtadas nesta semana, no pátio externo do Posto Rudnick, em Guaramirim. Os veículos avaliados em R$ 200 mil, estavam estacionados ali e seriam levados para a cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte. De acordo com o ex-vereador Ronaldo Raulino, que é proprietário de uma transportadora, as carretas foram retiradas da fábrica da Randon, no Rio Grande do Sul, e estavam sendo transportadas para o Rio Grande do Norte. Ao chegar em Guaramirim, o condutor do cavalo mecânico desengatou o veículo. As carretas estavam uma sobre a outra, somente com a estrutura de chassi. Funcionários do posto informaram que por volta das 22h de quarta-feira, chegou um cavalinho Scania, cor vermelha, e engatou a carreta e seguiu pela BR 280.

(ROGÉRIO TALLINI)

Rádio Jaraguá AM
http://www.jaraguaam.com.br/index/view?id=23165

Chuva + Jaraguá do Sul =

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Pegou Fogo - Carro incendiado em Jaraguá do Sul

Um Renault Sandero foi totalmente queimado por causa de um problema elétrico nesta quinta-feira (24), em Jaraguá.

O Correio do Povo
Publicado 25/05/2012 às 08:36:50 - Atualizado em 25/05/2012 às 08:47:42
 
Um Renault Sandero foi totalmente queimado por causa de um problema elétrico, mas ninguém se feriu. O incêndio ocorreu na tarde de ontem, quando o veículo descia o morro do Parque Aquático Krause, no bairro Águas Claras,
em Jaraguá do Sul. Os Bombeiros precisaram de dois mil litros de água e espuma e levaram cerca de dez minutos para conter as chamas.
 
(Foto: Eduardo Montecino)
 
O Correio do Povo

Defesa Civil de Jaraguá do Sul está em alerta por causa da chuva

Nas últimas 24 horas já choveu 70 milímetros na cidade


Volume fez o nível do rio Itapocu ficar dois metros acima do normal - Lucio Sassi / Agencia RBS

A chuva que atinge Jaraguá do Sul desde a noite desta quinta-feira deixou a Defesa Civil em alerta. Nas últimas 24 horas, choveu 70 milímetros na cidade, volume que fez o nível do rio Itapocu ficar dois metros acima do normal na manhã desta sexta.

Um trecho do rio Jaraguá, que também corta a cidade, está dois metros acima do normal. Até agora, nenhuma ocorrência de alagamento ou deslizamento foi registrada na cidade, mas o diretor do órgão, Ronis Bosse, destaca que o solo da cidade suporta até 120 mm em três dias.

—  A expectativa é de que o volume de chuva diminua a partir da tarde —, comenta.

A NOTÍCIA
http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&section=Geral&newsID=a3769665.htm

Massaranduba - O desafio é criar alternativas para a permanência

Com a carência de postos de trabalho, os moradores de Massaranduba são obrigados a procurar vagas em municípios como Guaramirim e Jaraguá do Sul

Pedro Henrique Leal
Publicado 24/05/2012 às 13:33:53 - Atualizado em 24/05/2012 às 14:12:59
O consenso foi quase geral: seja na zona rural, no Centro ou nos bairros mais afastados, o grande problema de Massaranduba é a falta de opções de emprego, que força grande parte da população a buscar colocações em Guaramirim e Jaraguá do Sul. Para os moradores das regiões mais distantes do Centro, outra situação que incomoda é a falta de pavimentação das ruas. Nos dias de sol, a poeira causa desconforto e problemas para respirar, junto com uma grossa camada de sujeira. Quando chove, o problema é o acúmulo de lama, que dificulta a locomoção.

Atuação: Comerciante diz que falta de ação do poder público é histórica

Para o comerciante e expresidente da Associação Comercial de Massaranduba, Sérgio Murilo da Silva, o maior problema do município começa na falta de empenho do poder público. “E não digo isso do mandato atual, ou do anterior. É um problema que vem de raiz, um descaso histórico”, afirma. Aos 53 anos, 16 deles em Massaranduba, Silva já se envolveu em algumas discussões com a Prefeitura, mas sem resultado. “Tudo aqui termina na política”, afirma. De imediato, ele aponta vários pontos que podem ser melhorados, sem muita dificuldade.
O mais simples deles seria a malha energética do município. “A rede elétrica está péssima, entre fevereiro e março nós passamos mais de 80 horas sem luz, no Centro, durante o horário comercial”. Conforme o pequeno empresário, basta uma chuva mais forte e a energia elétrica começa a falhar.
“Para resolver a maioria dos problemas, só precisaria de boa vontade”, afirma. Outra crítica é sobre a falta de espaços de lazer na cidade. “Não tem uma quadra de esportes. A que tem está fechada. A pracinha perto da prefeitura não dá mais para levar a família, porque virou ponto para jovens beberem e às vezes usarem drogas”, lamenta. De acordo com Silva, não há investimentos no setor cultural. “Parece que a prefeitura prefere devolver o dinheiro voltado para cultura a simplesmente aplicar em algum projeto. Falem o que quiser, mas é com a cultura que vamos manter nossos jovens longe das drogas”, opina.
Para ele o líder comunitário, a próxima administração tem uma grande tarefa pela frente: trazer de volta a indústria para Massaranduba. “Nos últimos 12 anos só três empresas se instalaram aqui, e mais de dez foram embora”, conta. Por causa disso, a maior parte da população massarandubense trabalha fora, em Jaraguá do Sul e Guaramirim.
“Os estudantes também, vão todos para outras cidades. Durante o dia Massaranduba é uma cidade deserta”, ressalta. No levantamento da Associação Comercial, a estimativa é que cerca de 70% da população de Massaranduba trabalha em outras cidades.

Infraestrutura: Costureira critica falta de asfaltamento

O problema mais imediato para a costureira Lori Kassner Ritter, de 43 anos, é visível: a grossa camada de poeira que se forma nos dias de sol, resultado da falta de pavimentação no bairro. “Quando passam o caminhão de água não é tão ruim, mas tem dias que mal dá para sair de casa”, explica.
Quando chove, o problema vira outro, o excesso de lama. “Mas não é tão ruim quanto a poeira”, compara. A falta de asfaltamento também preocupa pela falta de segurança no trânsito. “Os motoristas passam muito rápido por aqui, e não tem muita estabilidade”, diz. Para ela, seria importante que asfaltassem todas as ruas do bairro. “Não é só aqui em casa que é ruim, é todo o bairro que está assim, para quem tem problemas respiratórios está até perigoso”, comenta.
A prefeitura de Massaranduba não informou se há intenção de pavimentar as vias. O prefeito Mário Fernando Reinke afirma que o município possui 800 quilômetros de estradas, com cerca de 50 quilômetros pavimentados. “Deste total, cerca de 20 quilômetros receberam pavimentação durante o meu governo”, afirma. Sobre a falta de emprego, Reinke diz que estão sobrando vagas. “Na prefeitura, temos máquinas paradas por falta de gente para operar”.
Quanto a incentivos para empresários, o prefeito afi rma que até hoje foi procurado apenas uma vez. “Baixamos a alíquota do ISS, atendendo ao pedido deste empresário e foram gerados cerca de 200 empregos”. Sobre opções de lazer, ele cita o incentivo ao esporte, os pesque-pagues, os pontos turísticos do município e o museu inaugurado durante a Fecarroz.
SAÚDE Wulf afirma que é bem atendido nos postos.“Mas sei de gente que pensa o contrário”, comenta (FOTO: Eduardo Montecino)
Poeira e falta de água encanada fazem parte da realidade rural

O aposentado Fredolino Wulf, de 65 anos, tem poucas queixas e poucos pedidos. Mas os anseios que tem são bem pontuais. “Precisa passar com mais frequência um caminhão pipa para não deixar a rua tão seca”, conta. Assim como no bairro Guaranimirim, a localidade sofre com o excesso de poeira nos dias de sol.
Embora não veja a questão como sendo urgente, um investimento que seria bem vindo é o serviço de água encanada. “Nós temos água de poço e uma fossa sanitária, mas ajudaria bastante para limpeza e para a cozinha se tivéssemos água encanada. Para beber ainda gosto mais do poço”, declara.
Outro aspecto em que o saneamento seria de grande ajuda é reduzir o tempo gasto com limpeza da fossa. Outro pedido é mais amplo: investimentos e medidas que ajudem a gerar emprego e trazer novas empresas para o município. “A juventude aqui não tem muito onde trabalhar. São poucas empresas. Muita gente vai para fora buscar emprego”, conta. Dos dez filhos, três trabalham em Massaranduba.
“Aqui perto de casa estão para abrir uma fábrica de conservas, então já tem um lugarzinho para os jovens daqui buscarem trabalho, mas ainda precisa de mais”, conta. Além destes pontos, Fredolino tem poucas preocupações. Na opinião do aposentado, os serviços municipais têm feito um trabalho de qualidade, embora entenda que algumas pessoas possam pensar o contrário. “Eu nunca tive problemas no posto de saúde, sempre fui bem atendido e bem recebido”, conta.

O Correio do Povo
http://www.ocorreiodopovo.com.br/serie-especial/massaranduba-o-desafio-e-criar-alternativas-para-a-permanencia-2545147.html