Empresas procuram espaço para erguer a primeira fábrica de uma
joint-venture no Estado. Uma das alternativas é alugar o terreno que
pertence à Busscar – caso a empresa decrete falência
Por Pedro Pereira
Formada no início deste ano, a joint-venture entre Marcopolo e Caio Induscar está à procura de um local para iniciar suas atividades. O objetivo é alugar um espaço para trabalhar até que a planta fabril da sociedade esteja concluída. Inicialmente, a joint-venture deverá produzir peças e componentes para ônibus. Depois, carrocerias que abastecerão os mercados interno e externo.
“Por
enquanto, estamos trabalhando para conseguir os benefícios fiscais dos
municípios e do Estado. Primeiro, vamos alugar um local pequeno para
demonstrar nossa boa intenção”, explica Milton Giumelli, gestor do
empreendimento. Áreas no norte de Santa Catarina estão sendo analisadas.
Até 2014, a empresa – que deverá ter marca e nome próprios – espera
concluir o investimento de R$ 110 milhões na construção de sua primeira
fábrica, que empregará 2,5 mil pessoas.
Giumelli trabalha com a possibilidade de alugar a fábrica da Busscar, que estaria inclinada a decretar falência – haverá uma assembleia entre os credores da empresa nos dias 22 e 29 deste mês. Na última quarta-feira, o advogado que representa a joint-venture entregou um documento ao juiz responsável pelo caso, oficializando a intenção de contar com o espaço. “O aluguel da área é do interesse de todos. Aumenta a sinergia entre as empresas e a proteção do mercado”, acredita Giumelli, cogitando a possibilidade de companhias de outros países entrarem na luta pelo mercado interno. Marcopolo e Caio Induscar também estariam de olho nos funcionários que foram demitidos pela Busscar – que representam uma oportunidade de acesso a mão-de-obra qualificada.
Giumelli faz questão de salientar que, mesmo em caso de fracasso na tentativa de ocupar o espaço da Busscar, o planejamento da joint-venture seguirá inalterado.
Por Pedro Pereira
Formada no início deste ano, a joint-venture entre Marcopolo e Caio Induscar está à procura de um local para iniciar suas atividades. O objetivo é alugar um espaço para trabalhar até que a planta fabril da sociedade esteja concluída. Inicialmente, a joint-venture deverá produzir peças e componentes para ônibus. Depois, carrocerias que abastecerão os mercados interno e externo.
Giumelli trabalha com a possibilidade de alugar a fábrica da Busscar, que estaria inclinada a decretar falência – haverá uma assembleia entre os credores da empresa nos dias 22 e 29 deste mês. Na última quarta-feira, o advogado que representa a joint-venture entregou um documento ao juiz responsável pelo caso, oficializando a intenção de contar com o espaço. “O aluguel da área é do interesse de todos. Aumenta a sinergia entre as empresas e a proteção do mercado”, acredita Giumelli, cogitando a possibilidade de companhias de outros países entrarem na luta pelo mercado interno. Marcopolo e Caio Induscar também estariam de olho nos funcionários que foram demitidos pela Busscar – que representam uma oportunidade de acesso a mão-de-obra qualificada.
Giumelli faz questão de salientar que, mesmo em caso de fracasso na tentativa de ocupar o espaço da Busscar, o planejamento da joint-venture seguirá inalterado.
Sexta-feira, 11 de maio de 2012