quinta-feira, 24 de maio de 2012

Dona da Häagen-Dazs compra brasileira Yoki por R$ 1,75 bi mais dívida

A empresa de produtos alimentícios dos Estados Unidos General Mills, dona da sorvetes Häagen-Dazs, anunciou nesta quinta-feira que acertou a compra da fabricante brasileira de alimentos Yoki por cerca de R$ 1,75 bilhão.
A General Mills informou que também assumirá uma dívida de R$ 200 milhões e que a adição da Yoki a seu portfólio vai mais que dobrar suas vendas anuais na América Latina, para quase US$ 1 bilhão.
A empresa espera que a transação seja concluída no primeiro semestre do ano fiscal de 2013, que começa em 28 de maio deste ano.
"A Yoki acrescenta recursos chaves e escala geográfica que irão acelerar o nosso crescimento no Brasil", afirmou o vice-presidente executivo da General Mills, Chris O'Leary, em comunicado.
"Planejamos focar na construção de um forte portfólio de produtos Yoki e Kitano, expandir os negócios de Haagen-Daz e Nature Valley no Brasil, e introduzir novas marcas da General Mills nesse importante mercado."
A empresa também espera que a adição da Yoki a seu portfólio vai mais que dobrar suas vendas anuais na América Latina, para quase US$ 1 bilhão. 


Scott Olson/France Presse
Sorvete Haagen-Dazs, da americana General Mills
Sorvete Haagen-Dazs, da americana General Mills
 

GENERAL MILLS
Uma das maiores empresas de alimentos do mundo, a General Mills é dona, no Brasil, do sorvete Häagen-Dazs e das barras de granola Nature Valley. O sorvete também é vendido em países como Chile, Grécia, Indonésia, Marrocos e Rússia.
Nos EUA, se destaca pela marca de farinha Gold Medal, que hoje a primeira em vendas naquele país.
Outras marcas de destaque nos EUA são Pillsbury (massa refrigerada), Green Giant (legumes congelados), Cheerios (cereal matinal) e Betty Crocker (misturas para sobremesas).
Em países como Austrália, Alemanha e Japão a empresa possui a marca de comida mexicana Old El Paso.
No ano passado, a General Mills comprou 50% da fabricante de iogurtes Yoplait, por cerca de US$ 1,1 bilhão. A empresa francesa é a segunda do mundo em iogurtes, atrás da Danone. A aquisição foi feita junto ao fundo de investimentos PAI. Os 50% restantes são de propriedade da cooperativa francesa Sodiaal.
Outro foco de atuação do grupo é o fornecimento de misturas de bolos e farinhas para padarias e restaurantes; de cereais, iogurtes e snacks para escolas, restaurantes e hotéis; e produtos para lojas de conveniência e máquinas de venda automática.
A empresa afirma estar presente em mais de cem países e 35 mil funcionários. No ano fiscal de 2011, as vendas líquidas globais do grupo totalizaram US$14,9 bilhões --dos quais US$ 10,2 bilhões foram nos EUA. "Categorizamos as vendas em três segmentos de negócios: Varejo nos EUA, área Internacional e Padarias & Foodservice", informou. 


Divulgação  
Pipoca e Aveia Yoki; marca foi comprada pela General Mills
Pipoca e Aveia Yoki; marca foi comprada pela General Mills  


YOKI
A Yoki, um dos maiores grupos de alimentação do Brasil, vende aproximadamente 620 itens. Entre outros, a empresa tem pipocas, condimentos naturais e industrializados, snacks, produtos naturais, chás, misturas para bolo, sobremesas, confeitos, sopas, refrescos, cereais e farináceos de milho, mandioca e trigo e pet food.
Também fazem parte da Yoki as marcas Yoki, Kitano, Yokitos, Mais Vita, Lin Tea, Tori e Chef Line.
A empresa foi fundada em 1960 e emprega atualmente mais de 5 mil funcionários. A companhia encerrou 2011 com faturamento de R$ 1,1 bilhão.
A empresa, devido à pouca oferta de produtos de qualidade no mercado interno e dependente de importações, principalmente de milho pipoca, foi em busca de variedades mais produtivas e específicas para sua linha industrial.
A empresa passou a oferecer novos cultivares aos produtores e a produção nacional substitui as importações.
Um dos feitos mais recentes da Yoki foi a "nacionalização" da ervilha, produto originalmente importado do Canadá. Embora ainda esteja dependente de compras externas, a Yoki já conseguia cultivares adaptáveis a regiões do Rio Grande do Sul.
A empresa trabalhava para, em pouco tempo, deixar de importar esse produto. 

Folha.com
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1095000-dona-da-haagen-dazs-compra-brasileira-yoki-por-r-175-bi-mais-divida.shtml 

Aquecimento global está terminando, aponta estudo

De acordo com as previsões do Instituto de Física da Academia de Ciências da Rússia, o fenômeno de aquecimento global está chegando ao fim, o que resultará na queda de temperatura em todo o planeta ao longo dos próximos anos.
 
Aquecimento global está terminando, aponta estudo
Foto: Flickr

“O processo de esfriamento global já começou”, disseram à agência ITAR-TASS os cientistas que trabalham na Estação de Pesquisa da cidade de Dolgoprúdni, nos arredores de Moscou, citando os resultados dos estudos realizados juntamente com seus colegas do Observatório Aerológico do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos. Depois de um pico em 2005, a temperatura média da Terra diminuiu em 0,3 graus e voltou ao nível dos anos 1996 e 1997. Os cientistas acreditam que, até o início de 2015,  a temperatura cairá mais 1,5  décimos de grau, o que corresponde ao clima do início dos anos 80. Em 2020, os habitantes do hemisfério Norte irão se lembrar dos invernos rigorosos de 1978 e 1979 e, no início de 2040, nosso planeta começará a “congelar”, apresentando valores de temperatura abaixo dos médios registrados no período entre 1880 e 2006. As pesquisas realizadas mostram que a causa dessas mudanças climáticas tem origem espacial e não decorre das atividades da civilização humana. 

Poeira espacial

Segundo cientistas, entre 400 e 1000 toneladas de poeira espacial atingem diariamente a atmosfera terrestre, provocando a condensação de vapor d’água. Assim, quanto mais poeira espacial cai na Terra, maior é a camada de nuvens que cobre o planeta e reflete a luz do sol no espaço. Como resultado, o clima torna-se mais frio. Verificou-se ainda que os períodos de aquecimento e esfriamento global coincidem com os períodos nos quais o planeta fica envolto em nuvens especialmente densas de sujeira interplanetária.“A principal fonte de pó espacial são cometas”, diz Iúri Stojkov, do Instituto de Física. “Ao se aproximar do Sol, os cometas liberam seu ‘manto’ de pó e gás congelados, que entra na atmosfera terrestre e cai sobre a Terra”, explica. Segundo o cientista, a quantidade de pó espacial precipitada depende das posições dos planetas. “A mudança na concentração de poeira cósmica e do clima da Terra deve, portanto, obedecer a periodicidades semelhantes às registradas nas posições do demais planetas”, disse Stojkov. 

Para verificar suas hipóteses, os cientistas confrontaram as periodicidades na posição de planetas pares e as periodicidades temporais da mudança do clima global da Terra e descobriram a relação entre os valores de temperatura e o tráfego de poeira cósmica. Com base nos resultados obtidos, os puderam elaborar uma previsão de mudanças climáticas nos próximos 50 anos. 

Oscilações perenes

Esse não é o primeiro trabalho a descobrir a periodicidade de mudanças do clima global e a desmentir as previsões do aquecimento global, dizem os especialistas do Instituto de Física. Os resultados obtidos pelos cientistas russos foram inclusive confirmados pela análise das amostras de gelo extraídas de um poço perfurado na camada de gelo sobre o Lago Vostok, na Antártida. A análise da amostra permitiu conhecer as mudanças de temperatura ao longo de 420 mil anos. Nesse espaço de tempo, a Terra sofreu pelo menos quatro grandes oscilações de temperatura com uma amplitude de 8 graus. Ainda, os meteorologistas defendem que mesmo um grau de diferença já pode ser considerado demais quando se fala em clima global.

Gazeta Russa

http://gazetarussa.com.br/articles/2012/05/22/aquecimento_global_esta_terminando_aponta_estudo_14583.html

 

Antenas - Vistoria confirma localização

Geógrafo do Estado diz que coordenada informada para as instalações de torres de rádio pertence à Massaranduba

Verônica Lemus
Publicado 24/05/2012 às 08:25:34 - Atualizado em 24/05/2012 às 08:33:23
 
EM CAMPO Funcionários das Prefeituras acompanharam visita do técnico.
(FOTO: Marcele Gouche)

O geógrafo da Secretaria do Estado de Planejamento Fernando João da Silva esteve ontem em Jaraguá do Sul para confirmar o que já havia informado no mês de abril.

A coordenada geográfica 26º30’58”S e 49º03’15”W da antena das rádios 105 FM, de Guaramirim, e da Super Nova FM, de Massaranduba, está localizada no território de Massaranduba, no Morro do Boa Vista, e não em Jaraguá do Sul.

Ele veio a pedido da Prefeitura que contestou o ofício encomendado pela Amvali (Associação dos Municípios do Vale do Itapocu). De acordo com o geógrafo, a coordenada indicada no ofício da Prefeitura, que também foi a informada pela Amvali na época do primeiro laudo, corresponde à antena da empresa DJ Comunicações e Exploração de Serviços de Rádio Difusão, a 105 FM, que está dentro do limite territorial de Massaranduba.

Para esclarecer as dúvidas, o técnico seguiu até o Morro do Boa Vista, acompanhado de funcionários das Prefeituras de Massaranduba e Jaraguá. “Vimos aqui que a antena fica em Massaranduba, mas vamos esperar o parecer da Anatel, que informou as mesmas coordenadas de instalação para ambas as empresas”, disse o diretor da Secretaria de Planejamento de Jaraguá, Wolnei João Buzzi.

Super Nova FM: Confusão entre municípios

A Prefeitura de Jaraguá questionou a autorização, dada em dezembro do ano passado, pelo prefeito de Massaranduba, Mário Fernando Reinke (PSDB), para a instalação da antena da empresa CPR, segundo o Paço, em território jaraguaense.

No entanto, segundo o proprietário da empresa, Célio Bayer, nada novo foi construído no local. “Nós somente compartilhamos a torre da DJ, da mesma forma que outras empresas, como a Embratel, e até outras públicas, também compartilham”, explicou.

O Correio do Povo

http://www.ocorreiodopovo.com.br/politica/antenas-vistoria-confirma-localizacao-4750582.html

 

Violência - Assalto em Guaramirim termina em morte

Homem é assassinado durante assalto em Poço Grande, no interior de Guaramirim


Debora Remor
Publicado 23/05/2012 às 14:28:10 - Atualizado em 23/05/2012 às 17:04:56

Presos em flagrante, e de posse de um revólver calibre 38, os supostos assassinos, Maico da Rosa e leonardo Alves,  afirmam ter disparado a arma acidentalmente e não dão outras declarações (Reprodução - Polícia Civil de Guaramirim)
Dorneles Machado Antunes foi morto na manhã desta quarta-feira, enquanto trabalhava para a empresa Vêmais, na BR-280, em Guaramirim. Ele e o colega André Siqueira foram abordados por dois homens, em uma moto, que pediram uma chave de fenda, e em seguida anunciaram o assalto ao caminhão.  Dorneles foi atingido por um disparo à queima roupa, na nuca, quando já estava imobilizado no chão. Ele tinha 41 anos e deixa três filhos.
Os suspeitos pelo assassinato, Maico Rafael da Rosa e Leonardo José Alves (Foto), fugiram levando o caminhão e a moto. Eles furaram a barreira policial e foram perseguidos até o centro de Massaranduba. Presos em flagrante, e de posse de um revólver calibre 38, os dois homens afirmam ter disparado a arma acidentalmente e não dão outras declarações.

O Correio do Povo
http://www.ocorreiodopovo.com.br/seguranca/violencia-assalto-em-guaramirim-termina-em-morte-3942855.html 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Homem é morto durante assalto às margens da BR 280

Data: 23/05/2012 12:34

O funcionário da empresa de publicidade Vê Mais de Jaraguá do Sul, conhecido como Dorneles, foi morto durante um assalto na manhã desta quarta-feira, na localidade de Poço Grande, no interior de Guaramirim. De acordo com a polícia, dois funcionários da empresa estavam às margens da BR 280, colocando placas publicitárias, quando dois elementos chegaram de moto e anunciaram o assalto. Durante o assalto, um dos assaltantes atirou na cabeça de um deles, matando na hora. Depois disso, eles fugiram levando o caminhão. O major Luiz Carlos Andrade, da Polícia Militar comentou a operação que terminou com a prisão dos dois acusados, na região de Massaranduba.

(ROGÉRIO TALLINI)

Jaraguá AM
http://www.jaraguaam.com.br/index/view?id=8599

Corupá - Economia baseada só na bananicultura é criticada


Outros problemas apontados pela comunidade dizem respeito, principalmente, à falta de um hospital e de mais estrutura na área da saúde


O Correio do Povo

Publicado 23/05/2012 às 08:39:42 - Atualizado em 23/05/2012 às 08:49:47


 
CARÊNCIAS Casal afirma que cidade precisa de mais investimentos

Com poucas opções de emprego dentro do município, ainda menos alternativas de lazer e diversão, e contando com poucos serviços de saúde, Corupá depende de Jaraguá do Sul para tudo, dizem moradores. Mesmo sabendo que algumas das demandas não podem ser cumpridas em um futuro próximo, a população corupaense anseia pelo dia em que vá depender menos do resto da região. Isso, além de questões que podem ser resolvidas a curto prazo, como a situação das ruas, muitas ainda sem pavimentação.


Renovação; Para fiscal, políticos devem “se livrar de velhos conceitos”


Para o auditorfiscal da Receita Federal do Brasil, supervisor e instrutor nacional dos procedimentos fiscais sobre a remuneração de altos executivos, Vanderley José Massaneiro, o que Corupá precisa para o próximo governo é planejamento e visão de futuro, além de aproveitar a oportunidade para uma limpeza política. De acordo com ele, o país está mudando, e a classe política precisa mudar também. “Os próximos prefeitos terão uma possibilidade ímpar: mudança no jeito de administrar.
Se livrando dos velhos conceitos, acordos, favorecimentos e todos os demais adjetivos e práticas que maculam a imagem dos políticos”, explica. A curto e médio prazos, uma prioridade para a próxima administração é a educação. “Temos que buscar parcerias com entidades públicas e privadas para promover uma grande melhoria na educação”, afirma.
A capacitação dos produtores rurais para que desenvolvam suas atividades com responsabilidade social e segurança é outro ponto crucial. E dentro da questão rural são dois pontos chave: a redistribuição das terras e a preservação ambiental.“As terras que compõem o nosso território não são de ninguém. Se quisermos atribuir propriedade, diria que as terras da Corupá de hoje são da geração atual”, afirma. De acordo com o auditorfiscal, Corupá se encontra em uma situação muito positiva, graças ao grande volume de recursos captados do governo federal. “São montantes nunca antes direcionados a Corupá.
O desafio agora é melhorar a gestão desses fundos quando eles entram no caixa do município”, diz. Bem geridos, esses recursos junto aos financiamentos do Estado e da União eliminariam a necessidade de subsídios e poderiam atender todas as necessidades da cidade.


Infraestrutura: “Aqui tudo gira ao redor de Jaraguá do Sul”, diz moradora


“A verdade é que aqui em Corupá não tem nada, tudo gira ao redor de Jaraguá, nunca vi uma cidade tão atrasada”, declara Fátima Kleine, desempregada. Aos 34 anos, Fátima mora em Corupá junto com o marido, o pedreiro desempregado Osmair Rodrigues, 29 anos. “Eu me arrependo de ter vendido a casa antiga e ter vindo para cá, a cidade precisa de investimentos em tudo”, diz.
Mas há um ponto central que incomoda o casal: “A economia daqui ainda está muito baseada na bananicultura, precisa de outras fontes de emprego”, defende Osmair. Por causa da oferta limitada de emprego, Osmair foi trabalhar em Jaraguá do Sul, mas há cerca de duas semanas foi demitido. Apesar da dificuldade, não tem interesse em retornar ao trabalho na bananicultura. “Eles pagam muito mal, é cerca de R$ 1.200 por mês, sem alimentação e transporte. É trabalho de bóia fria”, reclama.
Segundo a esposa, as condições de trabalho dos cortadores de banana só seriam piores se fosse trabalho escravo. “É muito trabalho e muito risco para quase nada de pagamento, tendo que levar comida de casa”. O prefeito diz estranhar essa declaração. “Temos conhecimento de que várias empresas de Corupá deslocam ônibus para outras cidades para buscarem mão de obra porque não conseguem em Corupá”, afirma.
Ele adiciona que a administração tem feito o possível para contribuir na geração de empregos. Os serviços públicos de base são outra questão que incomoda o casal. “A saúde eu já tive que esperar mais de uma hora só para medir a pressão, a alimentação nas escolas vai mal, mas o que é o pior mesmo é o abastecimento de água”, afirma Fátima. Na maior parte do tempo, ou falta água, ou a pressão é excessivamente baixa. “Nós estamos pagando é pelo ar que passa pelo cano, só pode”, conta o marido.Abrindo a torneira, o ruído abafado da pouca água subindo pelo cano e o jorro pausado da mangueira deixavam claro o problema.
De acordo com a prefeitura, este deve ser um caso isolado e os moradores devem informar a companhia de Águas de Corupá, para que sejam providenciados reparos. E não é apenas o serviço de água que faz falta na vizinhança. “A iluminação pública para lá em baixo, aqui em cima não chega” conta Fátima. Durante a noite, a rua fica intransitável por causa da escuridão. “Apesar disso, temos que admitir que aqui é tranquilo, com poucos crimes e a polícia vem bem rápido quando chamamos”, pondera.


O Correio do Povo
http://www.ocorreiodopovo.com.br/serie-especial/corupa-economia-baseada-so-na-bananicultura-e-criticada-2354309.html