segunda-feira, 28 de maio de 2012

Prefeituras do Norte de SC lutam para evitar estragos causados pela ressaca do mar

28/05/2012 | 08h15min

Cidades tentam impedir o desaparecimento da faixa de areia a cada ressaca

 
Praia de Piçarras é uma das que perdem cada vez mais a faixa de areia - Diorgenes Pandini / Agência RBS

Em vez de faixas de areia, muitas pedras, buracos e entulho. É nisso que se transformaram algumas das praias do Norte do Estado após as últimas ressacas do mar. Aliás, Netuno, o rei dos mares na mitologia romana, tem dado trabalho para as Prefeituras de São Francisco do Sul, Itapoá, Balneário Barra do Sul, Barra Velha e Balneário Piçarras.

As praias sofrem com a chamada erosão costeira – a faixa de areia está sumindo por causa de grandes ressacas ou mesmo pelo avanço do mar. A diferença das praias em comparação com duas ou três décadas atrás é gritante.

A faixa de areia era mais larga – entre 50 e 100 metros. Prefeituras investiram valores astronômicos com a elaboração de projetos, dragagens e construção de molhes para tentar evitar a erosão. E mesmo com as obras, parece que os problemas voltam a cada nova ressaca.

Estudos detalhados foram solicitados pelas prefeituras da região para identificar a razão destes processos erosivos. Em 2006, por exemplo, um livro publicado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) chamado “Erosão e Progradação do Litoral Brasileiro”, reuniu pesquisas de universidades que analisaram o litoral de 17 Estados do País.

O Litoral Norte de Santa Catarina foi avaliado por especialistas da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), que observaram que nas últimas três décadas, a região passou por um “acelerado processo de desenvolvimento urbano” e que a maioria destes municípios não apresentava “políticas de planejamento regional e urbano”.

Ocupações perto do mar

Segundo o oceanógrafo e professor da Univali Rafael Sangoi, um exemplo comum em Santa Catarina é a ocupação da faixa de areia muito perto do mar. São casas, ruas, calçadões e até condomínios residenciais, construídos na areia e que são fortemente atingidos pelas ressacas.

— Durante estes eventos extremos, muita areia é remobilizada pela ação das ondas, e parte desta areia é transportada pelas correntes de deriva litorânea ao longo da costa, causando um déficit no médio e longo prazo —, explicou.

Para o oceanógrafo vale lembrar que a zona costeira é dinâmica e que praias, dunas e estuários (a parte final de um rio, no encontro com o mar) podem modificar e até desaparecer com os anos.

— Isso ocorre devido à ação de ondas, correntes e ventos costeiros. Isto faz parte do ciclo natural. O problema surge quando há ocupação humana da zona costeira, quase sempre de forma desordenada, não respeitando os limites físicos de preservação destes ambientes —, avaliou.

A Praia do Ervino, em São Chico, é um exemplo. A área de preservação permanente foi pouco explorada e quase não há construções sobre ela.

— A onda que chega em Itajaí é a mesma que chega em São Francisco. Só que a Praia Grande e o Ervino têm dunas e restinga preservadas —, diz o oceanógrafo e professor da Univali João Thadeu de Menezes.

Como não é possível sair tirando casas, calçadas e avenidas do lugar de uma hora para a outra, cabe às Prefeituras travar uma verdadeira queda de braço com Netuno.

A Notícia

http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&section=Geral&newsID=a3772137.xml 

Chuva causa deslizamentos e alagamentos em Santa Catarina

26/05/2012 10h58 - Atualizado em 26/05/2012 10h58

Moradores tiveram que usar barcos para se deslocar em Blumenau.
Florianópolis, litoral norte e Vale do Itajaí foram as regiões mais afetadas.

Os temporais que atingiram Santa Catarina  nas últimas 32 horas causaram alagamentos e deslizamentos em diversas cidades. De acordo com a Defesa Civil do estado, Itajaí, Palhoça, Blumenau, Porto Belo, Barra Velha e Jaraguá do Sul tiveram ocorrências por causa do grande volume de chuva. As regiões mais afetadas pelo temporal foram a Grande Florianópolis, o litoral norte e o Vale do Itajaí.
De acordo com a Defesa Civil do estado, bairros ficaram alagados e uma casa foi interditada em Itajaí. Em Blumenau foram registrados quatro deslizamentos em vias públicas e dois alagamentos. Os moradores tiveram que usar barcos para se deslocar.
No município de Barra Velha, sete pessoas ficaram desalojadas. Em Jaraguá do Sul foram quatro deslizamentos, uma queda de muro, uma queda de árvore e um destelhamento.
Em Porto Belo, 140 famílias foram afetadas por alagamentos. Em Palhoça, um prédio  foi interditado por causa da queda de um muro. Na cidade de Joinville, a chuva provocou deslizamentos e interditou uma rodovia.
Segundo a Defesa Civil do estado, o volume de chuva na Grande Florianópolis foi de 97,5 milímetros. Itajaí registrou o maior índice com 104,4 milímetros, em seguida estão Indaial com 95,6 milímetros, Alto Vale do Itajaí com 95 milímetros, Jaraguá do Sul com 83,5 milímetros, Guaramirim com 83 milímetros, São José com 62,8 milímetros e Ituporanga com 59,8 milímetros.
De acordo com a meteorologia, o tempo deve melhorar neste sábado (26).

G1 Brasil
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2012/05/chuva-causa-deslizamentos-e-alagamentos-em-santa-catarina.html 

 

 

Homem é preso com arma de uso restrito do exército em Jaraguá do Sul

27/05/2012 | 16h23min

A denúncia do porte da arma foi feita pela esposa dele, que temia reação violenta do marido

Um homem de 24 anos foi preso na noite deste sábado, dentro de casa, no bairro Santo Antônio, em Jaraguá do Sul, pelo porte ilegal de uma arma italiana, com calibre de uso restrito do exército.

O rapaz foi detido depois de ser denunciado pela própria mulher, de 18 anos, que vive com ele. A jovem tinha medo que, em alguma briga, o marido usasse a arma contra ela ou a filha do casal.

A arma de 9 milímetros, mais perigosa que as comuns por causa da velocidade do projétil, foi encontrada pela Polícia Civil dentro de um armário da casa.

Segundo informações da polícia, armas de 9 milímetros tem aparecido com frequência na região. Por este motivo, cada caso é investigado cuidadosamente, com a intenção de descobrir a origem da compra clandestina. 

A NOTÍCIA

 

 

Vítima de assalto, taxista de Araquari é encontrado em Guaramirim

Policiais militares que patrulhavam a localidade de Poço Grande em Guaramirim, localizaram um homem de 36 anos de idade que caminhava pela Estrada Poço Grande, por volta das 6h, deste domingo (27).
O homem relatou ser taxista no município de Araquari e, durante a noite de sábado foi assaltado enquanto transportava dois casais, do centro até um bairro daquele município. Os dois homens que portavam um revólver e uma pistola, anunciaram o assalto e roubaram cerca de R$ 300 reais, o celular e o táxi da vítima, um automóvel VW Voyage.
Depois de ter rodado com os acusados durante a madrugada, o taxista foi libertado. Os policiais o levaram à delegacia de Polícia de Guaramirim para o registro da ocorrência. A informação foi repassada para a Polícia Militar dos municípios da região, mas até o momento nenhum suspeito foi detido.

Texto e Publicação :: Soldado PM Jean Rudolf
Seção de Comunicação Social 14º BPM

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Carretas novas são levadas de pátio de posto

Data: 25/05/2012 10:44


Duas carretas novas, sem placas, foram furtadas nesta semana, no pátio externo do Posto Rudnick, em Guaramirim. Os veículos avaliados em R$ 200 mil, estavam estacionados ali e seriam levados para a cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte. De acordo com o ex-vereador Ronaldo Raulino, que é proprietário de uma transportadora, as carretas foram retiradas da fábrica da Randon, no Rio Grande do Sul, e estavam sendo transportadas para o Rio Grande do Norte. Ao chegar em Guaramirim, o condutor do cavalo mecânico desengatou o veículo. As carretas estavam uma sobre a outra, somente com a estrutura de chassi. Funcionários do posto informaram que por volta das 22h de quarta-feira, chegou um cavalinho Scania, cor vermelha, e engatou a carreta e seguiu pela BR 280.

(ROGÉRIO TALLINI)

Rádio Jaraguá AM
http://www.jaraguaam.com.br/index/view?id=23165

Chuva + Jaraguá do Sul =

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Pegou Fogo - Carro incendiado em Jaraguá do Sul

Um Renault Sandero foi totalmente queimado por causa de um problema elétrico nesta quinta-feira (24), em Jaraguá.

O Correio do Povo
Publicado 25/05/2012 às 08:36:50 - Atualizado em 25/05/2012 às 08:47:42
 
Um Renault Sandero foi totalmente queimado por causa de um problema elétrico, mas ninguém se feriu. O incêndio ocorreu na tarde de ontem, quando o veículo descia o morro do Parque Aquático Krause, no bairro Águas Claras,
em Jaraguá do Sul. Os Bombeiros precisaram de dois mil litros de água e espuma e levaram cerca de dez minutos para conter as chamas.
 
(Foto: Eduardo Montecino)
 
O Correio do Povo

Defesa Civil de Jaraguá do Sul está em alerta por causa da chuva

Nas últimas 24 horas já choveu 70 milímetros na cidade


Volume fez o nível do rio Itapocu ficar dois metros acima do normal - Lucio Sassi / Agencia RBS

A chuva que atinge Jaraguá do Sul desde a noite desta quinta-feira deixou a Defesa Civil em alerta. Nas últimas 24 horas, choveu 70 milímetros na cidade, volume que fez o nível do rio Itapocu ficar dois metros acima do normal na manhã desta sexta.

Um trecho do rio Jaraguá, que também corta a cidade, está dois metros acima do normal. Até agora, nenhuma ocorrência de alagamento ou deslizamento foi registrada na cidade, mas o diretor do órgão, Ronis Bosse, destaca que o solo da cidade suporta até 120 mm em três dias.

—  A expectativa é de que o volume de chuva diminua a partir da tarde —, comenta.

A NOTÍCIA
http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&section=Geral&newsID=a3769665.htm

Massaranduba - O desafio é criar alternativas para a permanência

Com a carência de postos de trabalho, os moradores de Massaranduba são obrigados a procurar vagas em municípios como Guaramirim e Jaraguá do Sul

Pedro Henrique Leal
Publicado 24/05/2012 às 13:33:53 - Atualizado em 24/05/2012 às 14:12:59
O consenso foi quase geral: seja na zona rural, no Centro ou nos bairros mais afastados, o grande problema de Massaranduba é a falta de opções de emprego, que força grande parte da população a buscar colocações em Guaramirim e Jaraguá do Sul. Para os moradores das regiões mais distantes do Centro, outra situação que incomoda é a falta de pavimentação das ruas. Nos dias de sol, a poeira causa desconforto e problemas para respirar, junto com uma grossa camada de sujeira. Quando chove, o problema é o acúmulo de lama, que dificulta a locomoção.

Atuação: Comerciante diz que falta de ação do poder público é histórica

Para o comerciante e expresidente da Associação Comercial de Massaranduba, Sérgio Murilo da Silva, o maior problema do município começa na falta de empenho do poder público. “E não digo isso do mandato atual, ou do anterior. É um problema que vem de raiz, um descaso histórico”, afirma. Aos 53 anos, 16 deles em Massaranduba, Silva já se envolveu em algumas discussões com a Prefeitura, mas sem resultado. “Tudo aqui termina na política”, afirma. De imediato, ele aponta vários pontos que podem ser melhorados, sem muita dificuldade.
O mais simples deles seria a malha energética do município. “A rede elétrica está péssima, entre fevereiro e março nós passamos mais de 80 horas sem luz, no Centro, durante o horário comercial”. Conforme o pequeno empresário, basta uma chuva mais forte e a energia elétrica começa a falhar.
“Para resolver a maioria dos problemas, só precisaria de boa vontade”, afirma. Outra crítica é sobre a falta de espaços de lazer na cidade. “Não tem uma quadra de esportes. A que tem está fechada. A pracinha perto da prefeitura não dá mais para levar a família, porque virou ponto para jovens beberem e às vezes usarem drogas”, lamenta. De acordo com Silva, não há investimentos no setor cultural. “Parece que a prefeitura prefere devolver o dinheiro voltado para cultura a simplesmente aplicar em algum projeto. Falem o que quiser, mas é com a cultura que vamos manter nossos jovens longe das drogas”, opina.
Para ele o líder comunitário, a próxima administração tem uma grande tarefa pela frente: trazer de volta a indústria para Massaranduba. “Nos últimos 12 anos só três empresas se instalaram aqui, e mais de dez foram embora”, conta. Por causa disso, a maior parte da população massarandubense trabalha fora, em Jaraguá do Sul e Guaramirim.
“Os estudantes também, vão todos para outras cidades. Durante o dia Massaranduba é uma cidade deserta”, ressalta. No levantamento da Associação Comercial, a estimativa é que cerca de 70% da população de Massaranduba trabalha em outras cidades.

Infraestrutura: Costureira critica falta de asfaltamento

O problema mais imediato para a costureira Lori Kassner Ritter, de 43 anos, é visível: a grossa camada de poeira que se forma nos dias de sol, resultado da falta de pavimentação no bairro. “Quando passam o caminhão de água não é tão ruim, mas tem dias que mal dá para sair de casa”, explica.
Quando chove, o problema vira outro, o excesso de lama. “Mas não é tão ruim quanto a poeira”, compara. A falta de asfaltamento também preocupa pela falta de segurança no trânsito. “Os motoristas passam muito rápido por aqui, e não tem muita estabilidade”, diz. Para ela, seria importante que asfaltassem todas as ruas do bairro. “Não é só aqui em casa que é ruim, é todo o bairro que está assim, para quem tem problemas respiratórios está até perigoso”, comenta.
A prefeitura de Massaranduba não informou se há intenção de pavimentar as vias. O prefeito Mário Fernando Reinke afirma que o município possui 800 quilômetros de estradas, com cerca de 50 quilômetros pavimentados. “Deste total, cerca de 20 quilômetros receberam pavimentação durante o meu governo”, afirma. Sobre a falta de emprego, Reinke diz que estão sobrando vagas. “Na prefeitura, temos máquinas paradas por falta de gente para operar”.
Quanto a incentivos para empresários, o prefeito afi rma que até hoje foi procurado apenas uma vez. “Baixamos a alíquota do ISS, atendendo ao pedido deste empresário e foram gerados cerca de 200 empregos”. Sobre opções de lazer, ele cita o incentivo ao esporte, os pesque-pagues, os pontos turísticos do município e o museu inaugurado durante a Fecarroz.
SAÚDE Wulf afirma que é bem atendido nos postos.“Mas sei de gente que pensa o contrário”, comenta (FOTO: Eduardo Montecino)
Poeira e falta de água encanada fazem parte da realidade rural

O aposentado Fredolino Wulf, de 65 anos, tem poucas queixas e poucos pedidos. Mas os anseios que tem são bem pontuais. “Precisa passar com mais frequência um caminhão pipa para não deixar a rua tão seca”, conta. Assim como no bairro Guaranimirim, a localidade sofre com o excesso de poeira nos dias de sol.
Embora não veja a questão como sendo urgente, um investimento que seria bem vindo é o serviço de água encanada. “Nós temos água de poço e uma fossa sanitária, mas ajudaria bastante para limpeza e para a cozinha se tivéssemos água encanada. Para beber ainda gosto mais do poço”, declara.
Outro aspecto em que o saneamento seria de grande ajuda é reduzir o tempo gasto com limpeza da fossa. Outro pedido é mais amplo: investimentos e medidas que ajudem a gerar emprego e trazer novas empresas para o município. “A juventude aqui não tem muito onde trabalhar. São poucas empresas. Muita gente vai para fora buscar emprego”, conta. Dos dez filhos, três trabalham em Massaranduba.
“Aqui perto de casa estão para abrir uma fábrica de conservas, então já tem um lugarzinho para os jovens daqui buscarem trabalho, mas ainda precisa de mais”, conta. Além destes pontos, Fredolino tem poucas preocupações. Na opinião do aposentado, os serviços municipais têm feito um trabalho de qualidade, embora entenda que algumas pessoas possam pensar o contrário. “Eu nunca tive problemas no posto de saúde, sempre fui bem atendido e bem recebido”, conta.

O Correio do Povo
http://www.ocorreiodopovo.com.br/serie-especial/massaranduba-o-desafio-e-criar-alternativas-para-a-permanencia-2545147.html 

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Dona da Häagen-Dazs compra brasileira Yoki por R$ 1,75 bi mais dívida

A empresa de produtos alimentícios dos Estados Unidos General Mills, dona da sorvetes Häagen-Dazs, anunciou nesta quinta-feira que acertou a compra da fabricante brasileira de alimentos Yoki por cerca de R$ 1,75 bilhão.
A General Mills informou que também assumirá uma dívida de R$ 200 milhões e que a adição da Yoki a seu portfólio vai mais que dobrar suas vendas anuais na América Latina, para quase US$ 1 bilhão.
A empresa espera que a transação seja concluída no primeiro semestre do ano fiscal de 2013, que começa em 28 de maio deste ano.
"A Yoki acrescenta recursos chaves e escala geográfica que irão acelerar o nosso crescimento no Brasil", afirmou o vice-presidente executivo da General Mills, Chris O'Leary, em comunicado.
"Planejamos focar na construção de um forte portfólio de produtos Yoki e Kitano, expandir os negócios de Haagen-Daz e Nature Valley no Brasil, e introduzir novas marcas da General Mills nesse importante mercado."
A empresa também espera que a adição da Yoki a seu portfólio vai mais que dobrar suas vendas anuais na América Latina, para quase US$ 1 bilhão. 


Scott Olson/France Presse
Sorvete Haagen-Dazs, da americana General Mills
Sorvete Haagen-Dazs, da americana General Mills
 

GENERAL MILLS
Uma das maiores empresas de alimentos do mundo, a General Mills é dona, no Brasil, do sorvete Häagen-Dazs e das barras de granola Nature Valley. O sorvete também é vendido em países como Chile, Grécia, Indonésia, Marrocos e Rússia.
Nos EUA, se destaca pela marca de farinha Gold Medal, que hoje a primeira em vendas naquele país.
Outras marcas de destaque nos EUA são Pillsbury (massa refrigerada), Green Giant (legumes congelados), Cheerios (cereal matinal) e Betty Crocker (misturas para sobremesas).
Em países como Austrália, Alemanha e Japão a empresa possui a marca de comida mexicana Old El Paso.
No ano passado, a General Mills comprou 50% da fabricante de iogurtes Yoplait, por cerca de US$ 1,1 bilhão. A empresa francesa é a segunda do mundo em iogurtes, atrás da Danone. A aquisição foi feita junto ao fundo de investimentos PAI. Os 50% restantes são de propriedade da cooperativa francesa Sodiaal.
Outro foco de atuação do grupo é o fornecimento de misturas de bolos e farinhas para padarias e restaurantes; de cereais, iogurtes e snacks para escolas, restaurantes e hotéis; e produtos para lojas de conveniência e máquinas de venda automática.
A empresa afirma estar presente em mais de cem países e 35 mil funcionários. No ano fiscal de 2011, as vendas líquidas globais do grupo totalizaram US$14,9 bilhões --dos quais US$ 10,2 bilhões foram nos EUA. "Categorizamos as vendas em três segmentos de negócios: Varejo nos EUA, área Internacional e Padarias & Foodservice", informou. 


Divulgação  
Pipoca e Aveia Yoki; marca foi comprada pela General Mills
Pipoca e Aveia Yoki; marca foi comprada pela General Mills  


YOKI
A Yoki, um dos maiores grupos de alimentação do Brasil, vende aproximadamente 620 itens. Entre outros, a empresa tem pipocas, condimentos naturais e industrializados, snacks, produtos naturais, chás, misturas para bolo, sobremesas, confeitos, sopas, refrescos, cereais e farináceos de milho, mandioca e trigo e pet food.
Também fazem parte da Yoki as marcas Yoki, Kitano, Yokitos, Mais Vita, Lin Tea, Tori e Chef Line.
A empresa foi fundada em 1960 e emprega atualmente mais de 5 mil funcionários. A companhia encerrou 2011 com faturamento de R$ 1,1 bilhão.
A empresa, devido à pouca oferta de produtos de qualidade no mercado interno e dependente de importações, principalmente de milho pipoca, foi em busca de variedades mais produtivas e específicas para sua linha industrial.
A empresa passou a oferecer novos cultivares aos produtores e a produção nacional substitui as importações.
Um dos feitos mais recentes da Yoki foi a "nacionalização" da ervilha, produto originalmente importado do Canadá. Embora ainda esteja dependente de compras externas, a Yoki já conseguia cultivares adaptáveis a regiões do Rio Grande do Sul.
A empresa trabalhava para, em pouco tempo, deixar de importar esse produto. 

Folha.com
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1095000-dona-da-haagen-dazs-compra-brasileira-yoki-por-r-175-bi-mais-divida.shtml 

Aquecimento global está terminando, aponta estudo

De acordo com as previsões do Instituto de Física da Academia de Ciências da Rússia, o fenômeno de aquecimento global está chegando ao fim, o que resultará na queda de temperatura em todo o planeta ao longo dos próximos anos.
 
Aquecimento global está terminando, aponta estudo
Foto: Flickr

“O processo de esfriamento global já começou”, disseram à agência ITAR-TASS os cientistas que trabalham na Estação de Pesquisa da cidade de Dolgoprúdni, nos arredores de Moscou, citando os resultados dos estudos realizados juntamente com seus colegas do Observatório Aerológico do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos. Depois de um pico em 2005, a temperatura média da Terra diminuiu em 0,3 graus e voltou ao nível dos anos 1996 e 1997. Os cientistas acreditam que, até o início de 2015,  a temperatura cairá mais 1,5  décimos de grau, o que corresponde ao clima do início dos anos 80. Em 2020, os habitantes do hemisfério Norte irão se lembrar dos invernos rigorosos de 1978 e 1979 e, no início de 2040, nosso planeta começará a “congelar”, apresentando valores de temperatura abaixo dos médios registrados no período entre 1880 e 2006. As pesquisas realizadas mostram que a causa dessas mudanças climáticas tem origem espacial e não decorre das atividades da civilização humana. 

Poeira espacial

Segundo cientistas, entre 400 e 1000 toneladas de poeira espacial atingem diariamente a atmosfera terrestre, provocando a condensação de vapor d’água. Assim, quanto mais poeira espacial cai na Terra, maior é a camada de nuvens que cobre o planeta e reflete a luz do sol no espaço. Como resultado, o clima torna-se mais frio. Verificou-se ainda que os períodos de aquecimento e esfriamento global coincidem com os períodos nos quais o planeta fica envolto em nuvens especialmente densas de sujeira interplanetária.“A principal fonte de pó espacial são cometas”, diz Iúri Stojkov, do Instituto de Física. “Ao se aproximar do Sol, os cometas liberam seu ‘manto’ de pó e gás congelados, que entra na atmosfera terrestre e cai sobre a Terra”, explica. Segundo o cientista, a quantidade de pó espacial precipitada depende das posições dos planetas. “A mudança na concentração de poeira cósmica e do clima da Terra deve, portanto, obedecer a periodicidades semelhantes às registradas nas posições do demais planetas”, disse Stojkov. 

Para verificar suas hipóteses, os cientistas confrontaram as periodicidades na posição de planetas pares e as periodicidades temporais da mudança do clima global da Terra e descobriram a relação entre os valores de temperatura e o tráfego de poeira cósmica. Com base nos resultados obtidos, os puderam elaborar uma previsão de mudanças climáticas nos próximos 50 anos. 

Oscilações perenes

Esse não é o primeiro trabalho a descobrir a periodicidade de mudanças do clima global e a desmentir as previsões do aquecimento global, dizem os especialistas do Instituto de Física. Os resultados obtidos pelos cientistas russos foram inclusive confirmados pela análise das amostras de gelo extraídas de um poço perfurado na camada de gelo sobre o Lago Vostok, na Antártida. A análise da amostra permitiu conhecer as mudanças de temperatura ao longo de 420 mil anos. Nesse espaço de tempo, a Terra sofreu pelo menos quatro grandes oscilações de temperatura com uma amplitude de 8 graus. Ainda, os meteorologistas defendem que mesmo um grau de diferença já pode ser considerado demais quando se fala em clima global.

Gazeta Russa

http://gazetarussa.com.br/articles/2012/05/22/aquecimento_global_esta_terminando_aponta_estudo_14583.html

 

Antenas - Vistoria confirma localização

Geógrafo do Estado diz que coordenada informada para as instalações de torres de rádio pertence à Massaranduba

Verônica Lemus
Publicado 24/05/2012 às 08:25:34 - Atualizado em 24/05/2012 às 08:33:23
 
EM CAMPO Funcionários das Prefeituras acompanharam visita do técnico.
(FOTO: Marcele Gouche)

O geógrafo da Secretaria do Estado de Planejamento Fernando João da Silva esteve ontem em Jaraguá do Sul para confirmar o que já havia informado no mês de abril.

A coordenada geográfica 26º30’58”S e 49º03’15”W da antena das rádios 105 FM, de Guaramirim, e da Super Nova FM, de Massaranduba, está localizada no território de Massaranduba, no Morro do Boa Vista, e não em Jaraguá do Sul.

Ele veio a pedido da Prefeitura que contestou o ofício encomendado pela Amvali (Associação dos Municípios do Vale do Itapocu). De acordo com o geógrafo, a coordenada indicada no ofício da Prefeitura, que também foi a informada pela Amvali na época do primeiro laudo, corresponde à antena da empresa DJ Comunicações e Exploração de Serviços de Rádio Difusão, a 105 FM, que está dentro do limite territorial de Massaranduba.

Para esclarecer as dúvidas, o técnico seguiu até o Morro do Boa Vista, acompanhado de funcionários das Prefeituras de Massaranduba e Jaraguá. “Vimos aqui que a antena fica em Massaranduba, mas vamos esperar o parecer da Anatel, que informou as mesmas coordenadas de instalação para ambas as empresas”, disse o diretor da Secretaria de Planejamento de Jaraguá, Wolnei João Buzzi.

Super Nova FM: Confusão entre municípios

A Prefeitura de Jaraguá questionou a autorização, dada em dezembro do ano passado, pelo prefeito de Massaranduba, Mário Fernando Reinke (PSDB), para a instalação da antena da empresa CPR, segundo o Paço, em território jaraguaense.

No entanto, segundo o proprietário da empresa, Célio Bayer, nada novo foi construído no local. “Nós somente compartilhamos a torre da DJ, da mesma forma que outras empresas, como a Embratel, e até outras públicas, também compartilham”, explicou.

O Correio do Povo

http://www.ocorreiodopovo.com.br/politica/antenas-vistoria-confirma-localizacao-4750582.html

 

Violência - Assalto em Guaramirim termina em morte

Homem é assassinado durante assalto em Poço Grande, no interior de Guaramirim


Debora Remor
Publicado 23/05/2012 às 14:28:10 - Atualizado em 23/05/2012 às 17:04:56

Presos em flagrante, e de posse de um revólver calibre 38, os supostos assassinos, Maico da Rosa e leonardo Alves,  afirmam ter disparado a arma acidentalmente e não dão outras declarações (Reprodução - Polícia Civil de Guaramirim)
Dorneles Machado Antunes foi morto na manhã desta quarta-feira, enquanto trabalhava para a empresa Vêmais, na BR-280, em Guaramirim. Ele e o colega André Siqueira foram abordados por dois homens, em uma moto, que pediram uma chave de fenda, e em seguida anunciaram o assalto ao caminhão.  Dorneles foi atingido por um disparo à queima roupa, na nuca, quando já estava imobilizado no chão. Ele tinha 41 anos e deixa três filhos.
Os suspeitos pelo assassinato, Maico Rafael da Rosa e Leonardo José Alves (Foto), fugiram levando o caminhão e a moto. Eles furaram a barreira policial e foram perseguidos até o centro de Massaranduba. Presos em flagrante, e de posse de um revólver calibre 38, os dois homens afirmam ter disparado a arma acidentalmente e não dão outras declarações.

O Correio do Povo
http://www.ocorreiodopovo.com.br/seguranca/violencia-assalto-em-guaramirim-termina-em-morte-3942855.html 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Homem é morto durante assalto às margens da BR 280

Data: 23/05/2012 12:34

O funcionário da empresa de publicidade Vê Mais de Jaraguá do Sul, conhecido como Dorneles, foi morto durante um assalto na manhã desta quarta-feira, na localidade de Poço Grande, no interior de Guaramirim. De acordo com a polícia, dois funcionários da empresa estavam às margens da BR 280, colocando placas publicitárias, quando dois elementos chegaram de moto e anunciaram o assalto. Durante o assalto, um dos assaltantes atirou na cabeça de um deles, matando na hora. Depois disso, eles fugiram levando o caminhão. O major Luiz Carlos Andrade, da Polícia Militar comentou a operação que terminou com a prisão dos dois acusados, na região de Massaranduba.

(ROGÉRIO TALLINI)

Jaraguá AM
http://www.jaraguaam.com.br/index/view?id=8599

Corupá - Economia baseada só na bananicultura é criticada


Outros problemas apontados pela comunidade dizem respeito, principalmente, à falta de um hospital e de mais estrutura na área da saúde


O Correio do Povo

Publicado 23/05/2012 às 08:39:42 - Atualizado em 23/05/2012 às 08:49:47


 
CARÊNCIAS Casal afirma que cidade precisa de mais investimentos

Com poucas opções de emprego dentro do município, ainda menos alternativas de lazer e diversão, e contando com poucos serviços de saúde, Corupá depende de Jaraguá do Sul para tudo, dizem moradores. Mesmo sabendo que algumas das demandas não podem ser cumpridas em um futuro próximo, a população corupaense anseia pelo dia em que vá depender menos do resto da região. Isso, além de questões que podem ser resolvidas a curto prazo, como a situação das ruas, muitas ainda sem pavimentação.


Renovação; Para fiscal, políticos devem “se livrar de velhos conceitos”


Para o auditorfiscal da Receita Federal do Brasil, supervisor e instrutor nacional dos procedimentos fiscais sobre a remuneração de altos executivos, Vanderley José Massaneiro, o que Corupá precisa para o próximo governo é planejamento e visão de futuro, além de aproveitar a oportunidade para uma limpeza política. De acordo com ele, o país está mudando, e a classe política precisa mudar também. “Os próximos prefeitos terão uma possibilidade ímpar: mudança no jeito de administrar.
Se livrando dos velhos conceitos, acordos, favorecimentos e todos os demais adjetivos e práticas que maculam a imagem dos políticos”, explica. A curto e médio prazos, uma prioridade para a próxima administração é a educação. “Temos que buscar parcerias com entidades públicas e privadas para promover uma grande melhoria na educação”, afirma.
A capacitação dos produtores rurais para que desenvolvam suas atividades com responsabilidade social e segurança é outro ponto crucial. E dentro da questão rural são dois pontos chave: a redistribuição das terras e a preservação ambiental.“As terras que compõem o nosso território não são de ninguém. Se quisermos atribuir propriedade, diria que as terras da Corupá de hoje são da geração atual”, afirma. De acordo com o auditorfiscal, Corupá se encontra em uma situação muito positiva, graças ao grande volume de recursos captados do governo federal. “São montantes nunca antes direcionados a Corupá.
O desafio agora é melhorar a gestão desses fundos quando eles entram no caixa do município”, diz. Bem geridos, esses recursos junto aos financiamentos do Estado e da União eliminariam a necessidade de subsídios e poderiam atender todas as necessidades da cidade.


Infraestrutura: “Aqui tudo gira ao redor de Jaraguá do Sul”, diz moradora


“A verdade é que aqui em Corupá não tem nada, tudo gira ao redor de Jaraguá, nunca vi uma cidade tão atrasada”, declara Fátima Kleine, desempregada. Aos 34 anos, Fátima mora em Corupá junto com o marido, o pedreiro desempregado Osmair Rodrigues, 29 anos. “Eu me arrependo de ter vendido a casa antiga e ter vindo para cá, a cidade precisa de investimentos em tudo”, diz.
Mas há um ponto central que incomoda o casal: “A economia daqui ainda está muito baseada na bananicultura, precisa de outras fontes de emprego”, defende Osmair. Por causa da oferta limitada de emprego, Osmair foi trabalhar em Jaraguá do Sul, mas há cerca de duas semanas foi demitido. Apesar da dificuldade, não tem interesse em retornar ao trabalho na bananicultura. “Eles pagam muito mal, é cerca de R$ 1.200 por mês, sem alimentação e transporte. É trabalho de bóia fria”, reclama.
Segundo a esposa, as condições de trabalho dos cortadores de banana só seriam piores se fosse trabalho escravo. “É muito trabalho e muito risco para quase nada de pagamento, tendo que levar comida de casa”. O prefeito diz estranhar essa declaração. “Temos conhecimento de que várias empresas de Corupá deslocam ônibus para outras cidades para buscarem mão de obra porque não conseguem em Corupá”, afirma.
Ele adiciona que a administração tem feito o possível para contribuir na geração de empregos. Os serviços públicos de base são outra questão que incomoda o casal. “A saúde eu já tive que esperar mais de uma hora só para medir a pressão, a alimentação nas escolas vai mal, mas o que é o pior mesmo é o abastecimento de água”, afirma Fátima. Na maior parte do tempo, ou falta água, ou a pressão é excessivamente baixa. “Nós estamos pagando é pelo ar que passa pelo cano, só pode”, conta o marido.Abrindo a torneira, o ruído abafado da pouca água subindo pelo cano e o jorro pausado da mangueira deixavam claro o problema.
De acordo com a prefeitura, este deve ser um caso isolado e os moradores devem informar a companhia de Águas de Corupá, para que sejam providenciados reparos. E não é apenas o serviço de água que faz falta na vizinhança. “A iluminação pública para lá em baixo, aqui em cima não chega” conta Fátima. Durante a noite, a rua fica intransitável por causa da escuridão. “Apesar disso, temos que admitir que aqui é tranquilo, com poucos crimes e a polícia vem bem rápido quando chamamos”, pondera.


O Correio do Povo
http://www.ocorreiodopovo.com.br/serie-especial/corupa-economia-baseada-so-na-bananicultura-e-criticada-2354309.html